22 de agosto de 2006

Monumento: “Marco Zero” da História de Campinas


Localizado entre as ruas Barreto Leme, Sacramento, Barão de Jaguara e Av. Benjamin Constant, está o "Marco Zero" (como se pode ver nas fotos acima. É um quadrado em branco com um círculo preto bem ao meio) da Vila de São Carlos.

O local é testemunho da transformação de Campinas de "bairro rural" em Freguesia (1774), foi nas suas imediações que, no último quarto do século XVIII, desenhou-se o traçado das primeiras ruas (então denominadas "rua de baixo", "rua do meio" e "rua de cima") do povoado. Entre as praças Bento Quirino e Antônio Pompeo (pequeno jardim localizado entre o Jockey Club e a Rua Tomás Alves), delimitou-se o centro tradicional da cidade, instalando-se nesta área a primeira Igreja Matriz, o cemitério e os principais edifícios da Freguesia.

Na atual Praça Bento Quirino é ainda possível ver dois monumentos importantes: o monumento-túmulo de Antônio Carlos Gomes (há uma cópia desse monumento defronte ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e o monumento a Bento Quirino dos Santos. Ficando ao lado das praças está a Igreja do Carmo.

Hoje o Município de Campinas está formado pela cidade do mesmo nome e os distritos de Barão Geraldo, Nova Aparecida, Sousas e Joaquim Egídio.
Localização absoluta:
Latitude: 22º 53’ 20"
Longitude: 47º 04’ 39" Oeste
Altitude média: 696 metros
Localização relativa:
Municípios limítrofes: Jaguariúna (N), Pedreira (NE), Morungaba (I,), Valinhos (SE), Itupeva e Indaiatuba (S), Monte Mór (SO), Sumaré (O), Paulínia (NO).

A cidade está na parte central do município, na região centro leste do estado de São Paulo, a 93 km. da capital pela Rodovia Anhanguera e 98 pela Rodovia dos Bandeirantes. Dista 437 km do Rio de Janeiro, cidade a que se tem acesso pelas rodovias D. Pedro I e Dutra, e 1000 km de Brasília (se faz pela Rodovia Anhanguera, atravessando-se o Rio Grande, na passagem para Minas Gerais, seguindo pelo triângulo mineiro, chega-se a Goiás), a que tem acesso pelas rodovias D. Pedro e Fernão Dias. Por via aérea, chega-se em uma hora ao Rio e, via São Paulo, em duas horas a Brasília.
Aspectos geográficos
Superfície: 781 km
Relêvo: O município está localizado na área de contato entre o Planalto Cristalino Atlântico e a Depressão Periférica do Estado de São Paulo. Não há mudança brusca na passagem dessas áreas, surgindo gradualmente a diferenciação entre elas. As rochas sedimentares são as que apresentam formas mais suaves enquanto que as cristalinas favorecem o aparecimento de formas mais movimentadas, com algumas
serras como a das Cabras em Joaquim Egídio.
Solo: Latossolo roxo, latossolo vermelho escuro; latossolo vermelho-amarelo, fase rasa e latossolo vermelho amarelo.
Vegetação: Mata tropical latifoliada com folhas largas e aplainadas. Suas árvores típicas são: pau d’a1ho, peroba, sucupira, jacarandá, jatobá e ipê.

Clima: Subtropical de altitude, com verão quente e úmido e inverno frio e seco.
Temperatura média anual de 20°C com influência das massas de ar equatorial continental, tropical atlântico e polar atlântica. Predomina o vento sudeste, mas são comuns as mudanças de intensidade e direção durante o dia, provocando alterações violentas na temperatura, esfriando à noite. 70% das chuvas acontece entre outubro e março, com intensidade maior entre dezembro e fevereiro, sendo a média anual de precipitação de 1.380 mm.

Hidrografia: O município está cortado, ao Norte e Nordeste, pelos rios Atibaia e Jaguari (o Atibaia tem dois afluentes, os ribeirões das Cabras e Anhumas, onde é despejado parte do esgoto) e pelo Rio Capivari na faixa sul, que tem como principal afluente o Córrego Piçarrão, que leva a maior parte do esgoto.

6 comentários:

larissa disse...

muito legal esse seu blog...
eu acho muito legal voce ter pequisado sobre a cidade em que você nasceu....
eu tambem nasci em campinas e é uma cidade que eu adoro....
parabens!

Anônimo disse...

Muito útil seu blog sôbre Campinas. Mesmo historiadores o consultam. Para todos nós é preciso muita pesquisa pois encontramos muitas informações que se contradizem. Parabéns. Sucesso sempre no seu trabalho.

Anônimo disse...

De família campineira, sempre dou uma passada em seu blo para ver o que de novidade você nos brinda...novidade sôbre passado, sem dúvida...

mjc disse...

Gostaria de fazer uma ressalva ao texto bastante importante sobre nossa Campinas.
O caminho para Brasília se faz pela Rodovia Anhanguera, atravessando-se o Rio Grande, na passagem para Minas Gerais, seguindo pelo triângulo mineiro, chega-se a Goiás e daí a Brasilia.
Em tempo o caminho, que se encontra no texto na verdade leva a Belo Horizonte.

J.M.Fantinatti disse...

Conforme orientação do leitor MJC fiz a correção devida. Agradeço a sugestão de melhoria no blog.

HAMILTON DORIGATTI disse...

Parabéns! J.M.Fantinatti pelo blog. Acho que este blog deveria ser anunciado no Facebok "Eu amo Campinas"