O livro em questão foi lançado neste 20 de dezembro de 2010 no Tênis Clube de Campinas.
Preservação da memória histórica de Campinas, SP, Brasil; pela catalogação ordenada de sua História, fotos, documentos antigos e de tudo aquilo que possa ajudar na preservação desta. Espaço aberto à todos que têm interesse no assunto e está em constante atualização. Aberto à receber material via internet ou por correio para aumentar minha biblioteca, hemeroteca e fototeca sobre o assunto. (jmfantinatti@hotmail.com)
20 de dezembro de 2010
Memória Fotográfica: Rua Francisco Glicério (hoje avenida) x Rua General Osório em 1920
19 de dezembro de 2010
Curiosidades: Nomeação do Capitão-Mór
18 de dezembro de 2010
17 de dezembro de 2010
16 de dezembro de 2010
Ontem e Hoje: Rua General Osório x Rua Irmã Serafina x Av. Anchieta
15 de dezembro de 2010
14 de dezembro de 2010
Personagem: Moraes Sarmento
Moraes Sarmento passou toda a sua infância na região de Campinas, Limeira e Americana. Ainda bem garoto tinha a mania de ficar esticando fios, fazendo antenas, queria ser técnico de rádio e também gostava de música. Com 15 anos e pelas mãos do radialista campineiro Roberto Corte Real (irmão do grande humorista Renato Corte Real), começou na Rádio Educadora de Campinas. Em 1941, em Uberlândia, iniciou seu trabalho como locutor profissional.
Depois trabalhou em São José do Rio Preto e finalmente São Paulo, para onde veio sozinho e de onde nunca mais saiu, embora tenha estado sempre ligado a todo o interior.
Na Rádio Cultura em S.Paulo, firmou posição apresentando o programa “Cirquinho do Simplício”. E já foi criando o seu estilo. Solto, despachado, sincero, defensor ferrenho das verdadeiras raízes musicais brasileiras.
Transformou-se num marco do rádio e mais tarde da televisão de nossa pátria.
Esteve na Rádio Cosmos, Rádio Tupi, Rádio Bandeirantes, Rádio São Paulo, TV Bandeirantes, TV Record, TV Cultura e Rádio Capital. Firmou-se como apresentador, combatível, respeitável. Fundou a Federação das Escolas de São Paulo.
Recebeu os títulos de Cidadão Emérito de várias cidades. Recebeu, enfim, inúmeras honrarias como a Medalha do Instituto de História e Geografia, a Comenda Marechal Rondon e Consul Magalhães, pelas campanhas que fazia de preservação da música de raízes autênticas do Brasil. Também recebeu o título de Cidadão Paulistano.
Negava-se a tocar cantores chamados “Sertanejos Modernos”, que ele chamava de “Sertanojo”. Jamais os executou.
Seu amor pela música e seus conhecimentos foram sempre respeitados. Foi também ligado às discotecas das emissoras de rádio, e isso era o seu orgulho.
O programa “Viola, minha viola”, na TV Cultura foi um grande sucesso, principalmente por suas viagens por todo o interior.
Moraes Sarmento esteve no ar por 60 anos ininterruptos. Casado com dona Wilma, teve filhos, netos e bisnetos. Faleceu em São Paulo, aos 75 anos em 22 de março de 1998.
Abaixo; vídeo de Moraes Sarmento em ação.
12 de dezembro de 2010
11 de dezembro de 2010
10 de dezembro de 2010
Personagem: Família Tossini
Através da Sra. Romilda Aparecida Cazissi Baldin chegou-me estes dados e eu não poderia de fazer esta homenagem às estas pessoas que alguma forma ou outra deixaram sua marca para sempre na história de Campinas.
Procurei publicar este material neste 10 de dezembro; pois verão que a foto maravilhosa da restauração da Igreja do Carmo, foi sacada exatamente neste dia porém em 1937. O mais interessante de tudo é que um dos Tossini tinha a “mania” de registrar nas fotos as datas e locais de construção e assim possibilitou termos estes dados, hoje publicados.
Veja nas fotos e nos textos abaixo; o quão esta família que homenageio aqui tem a dizer.
As palavras abaixo descritas aqui são da Sra. acima citada:
Meu bisavô Francesco Tossini, veio da Itália em 1895 para trabalhar como pedreiro nas obras que os italianos começavam a realizar aqui em Campinas.
Meu avô e seus irmãos, nasceram em Campinas e muito ajudaram na construção desta nossa querida Campinas, que não troco por nenhuma outra. Todos estão enterrados no Cemitério da Saudade de Campinas.
Na foto abaixo, tirada em 1925 próximo à PUCC central, era a casa do Dr. Mariano Montevante; estão todos os filhos meu bisavô Francesco Tossini (na janela de chapéu), o rapaz pequeno sentado bem na berada da parede, o irmão do meu avô Dante Tossini, no pilar enconstado de camisa branca meu avô Antonio Tossini e ao seu lado seu irmão Adolfo Tossini, do outro lado apoiado no pilar seu irmão João Tossini.
Procurei publicar este material neste 10 de dezembro; pois verão que a foto maravilhosa da restauração da Igreja do Carmo, foi sacada exatamente neste dia porém em 1937. O mais interessante de tudo é que um dos Tossini tinha a “mania” de registrar nas fotos as datas e locais de construção e assim possibilitou termos estes dados, hoje publicados.
Veja nas fotos e nos textos abaixo; o quão esta família que homenageio aqui tem a dizer.
As palavras abaixo descritas aqui são da Sra. acima citada:
Meu bisavô Francesco Tossini, veio da Itália em 1895 para trabalhar como pedreiro nas obras que os italianos começavam a realizar aqui em Campinas.
Meu avô e seus irmãos, nasceram em Campinas e muito ajudaram na construção desta nossa querida Campinas, que não troco por nenhuma outra. Todos estão enterrados no Cemitério da Saudade de Campinas.
Na foto abaixo, tirada em 1925 próximo à PUCC central, era a casa do Dr. Mariano Montevante; estão todos os filhos meu bisavô Francesco Tossini (na janela de chapéu), o rapaz pequeno sentado bem na berada da parede, o irmão do meu avô Dante Tossini, no pilar enconstado de camisa branca meu avô Antonio Tossini e ao seu lado seu irmão Adolfo Tossini, do outro lado apoiado no pilar seu irmão João Tossini.
Eles restauraram a igreja do Carmo em 1937, as torres e os desenhos de cimento que contornam a igreja, feitos à mão pelos irmãos Tossini. Foto de 10 de dezembro de 1937.
Aqui meu avô João e seu irmão Adolfo, na avenida Francisco Glicério em 1932.
Meu avô Antonio Tossini, trabalhou na Construtora Ercole Bonetti, fazia os desenhos das obras, sem ter estudado, e construiu como pedreiro encarregado o Colegio Coração de Jesus, na José Paulino, a Casa do Pão de Santo Antonio, também na José Paulino, a casa do Dr. Toffoli, na José de Alencar, onde hoje funciona a Associação dos Funcionários Publicos, e no Hospital Cândido Ferreira, seu irmão Dante trabalhou nas obras da construção do Senai em 1942. Meu bisavô Francesco ajudou nas obras da Casa de Saúde Campinas, e construiu com seus filhos a ponte da linha Férrea da cidade de Vera Cruz. Muito orgulho para nós da família.
Abaixo foto de obra em 1924 casa na rua Marechal Deodoro.
Foto abaixo tirada em 18 de agosto de 1929 do Colégio Coração de Jesus, na rua José Paulino. A obra começou em 06 de março de 1929. Minha mãe nasceu em 16 de março de 1929) tenho estes dados pois meu avô escrevia nas fotos.
Irmão de meu avô, Dante, trabalhou nas obras da construção do SENAI em 1942; foto abaixo.
Na construção da ponte da linha Férrea da cidade de Vera Cruz (Construtora Antonio Cezar).

Foto abaixo tirada em 18 de agosto de 1929 do Colégio Coração de Jesus, na rua José Paulino. A obra começou em 06 de março de 1929. Minha mãe nasceu em 16 de março de 1929) tenho estes dados pois meu avô escrevia nas fotos.
Irmão de meu avô, Dante, trabalhou nas obras da construção do SENAI em 1942; foto abaixo.Foto abaixo, tirada dia 20 de agosto de 1922; dois meses depois de terminado o prédio. Antonio Tossini, meu avô, era o pedreiro encarregado da Construtora Ercole Bonetti. A obra fica na rua Barão de Jaguara com rua Conceição e pode ser vista até hoje.
8 de dezembro de 2010
Ontem e Hoje: Praça Antônio Pompeo e Praça Bento Quirino
7 de dezembro de 2010
Ontem e Hoje: Av. Da Saudade
6 de dezembro de 2010
Ontem e Hoje: Av. Francisco Glicério com Rua General Osório
5 de dezembro de 2010
Curiosidades: Inauguração Cine São José
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