20 de dezembro de 2010

Livros x História de Campinas: A História da Santa Casa e Hospital Irmãos Penteado

O livro em questão foi lançado neste 20 de dezembro de 2010 no Tênis Clube de Campinas.



Acima quando o Dr. Cirilo autografava o livro e abaixo a dedicatória.







Memória Fotográfica: Rua Francisco Glicério (hoje avenida) x Rua General Osório em 1920

À esquerda do espectador, o sobrado que existiu na esquina com rua General Osório, local onde se ergue atualmente o Edfício Guernelli. À direita, uma das grandes construções dos mestres carapinas (carpinteiros), o solar que pertenceu a Joaquim Teixeira Nogueira, na época sediando o Clube Mogiana.


19 de dezembro de 2010

Curiosidades: Nomeação do Capitão-Mór

Veja o artigo que cita um evento ocorrido em fins do século 1700 e início de 1800; mostrando a queda de braço que sempre existiu.

Capitão-Mór era autoridade militar que comandava na cidade ou vila a milícia chamada ordenanças. Lembrando ainda que Vila de São Carlos foi um dos nomes de Campinas.






18 de dezembro de 2010

17 de dezembro de 2010

Ontem e Hoje: Praça Guilherme de Almeida e Praça Visconde de Indaiatuba

Acima foto de 1935 ainda quando existia a Igreja do Rosário e abaixo a mesma visão neste dezembro de 2010. Estando eu na Praça Visconde de Indaiatuba (Largo do Rosário) e ao fundo a Praça Guilherme de Almeida (toda arborizada).




16 de dezembro de 2010

Ontem e Hoje: Rua General Osório x Rua Irmã Serafina x Av. Anchieta

A foto abaixo mostra um evento cívico religioso ocorrido na década de 1900.

Podemos ver acima um chafariz e abaixo no mesmo local onde existem as palmeiras imperiais neste dezembro de 2010.


Abaixo um outro ângulo do mesmo local. Vendo-se ao fundo onde outrora foi o Cine Voga, de grandes recordações.





15 de dezembro de 2010

Memória Escrita: Propaganda em 1900 – Almanaque para Campinas

Veja abaixo; interessante propaganda que ocupava duas páginas do almanaque.



14 de dezembro de 2010

Personagem: Moraes Sarmento

Rubens Moraes Sarmento, nasceu a 14 de dezembro de 1922 em Campinas. Seus ascendentes eram todos imigrantes italianos. Seu avô paterno era jornalista, tendo sido o fundador do primeiro jornal de Campinas: O Diário de Campinas.

Moraes Sarmento passou toda a sua infância na região de Campinas, Limeira e Americana. Ainda bem garoto tinha a mania de ficar esticando fios, fazendo antenas, queria ser técnico de rádio e também gostava de música. Com 15 anos e pelas mãos do radialista campineiro Roberto Corte Real (irmão do grande humorista Renato Corte Real), começou na Rádio Educadora de Campinas. Em 1941, em Uberlândia, iniciou seu trabalho como locutor profissional.

Depois trabalhou em São José do Rio Preto e finalmente São Paulo, para onde veio sozinho e de onde nunca mais saiu, embora tenha estado sempre ligado a todo o interior.

Na Rádio Cultura em S.Paulo, firmou posição apresentando o programa “Cirquinho do Simplício”. E já foi criando o seu estilo. Solto, despachado, sincero, defensor ferrenho das verdadeiras raízes musicais brasileiras.

Transformou-se num marco do rádio e mais tarde da televisão de nossa pátria.


Para se ter idéia; que dentro de meus achados no livros antigos identifiquei esta dedicatória de um presente para o radialista.


Esteve na Rádio Cosmos, Rádio Tupi, Rádio Bandeirantes, Rádio São Paulo, TV Bandeirantes, TV Record, TV Cultura e Rádio Capital. Firmou-se como apresentador, combatível, respeitável. Fundou a Federação das Escolas de São Paulo.

Recebeu os títulos de Cidadão Emérito de várias cidades. Recebeu, enfim, inúmeras honrarias como a Medalha do Instituto de História e Geografia, a Comenda Marechal Rondon e Consul Magalhães, pelas campanhas que fazia de preservação da música de raízes autênticas do Brasil. Também recebeu o título de Cidadão Paulistano.

Negava-se a tocar cantores chamados “Sertanejos Modernos”, que ele chamava de “Sertanojo”. Jamais os executou.

Seu amor pela música e seus conhecimentos foram sempre respeitados. Foi também ligado às discotecas das emissoras de rádio, e isso era o seu orgulho.

O programa “Viola, minha viola”, na TV Cultura foi um grande sucesso, principalmente por suas viagens por todo o interior.

Moraes Sarmento esteve no ar por 60 anos ininterruptos. Casado com dona Wilma, teve filhos, netos e bisnetos. Faleceu em São Paulo, aos 75 anos em 22 de março de 1998.

Abaixo; vídeo de Moraes Sarmento em ação.



12 de dezembro de 2010

Ontem e Hoje: Largo das Andorinhas

A foto acima de 1974, mostra o monumento às andorinhas; embaixo neste dezembro de 2010, já não mais.



11 de dezembro de 2010

Memória Escrita: Propagandas do Passado

Propagandas sacadas diretamente do Almanaque para Campinas de 1900.




10 de dezembro de 2010

Personagem: Família Tossini

Através da Sra. Romilda Aparecida Cazissi Baldin chegou-me estes dados e eu não poderia de fazer esta homenagem às estas pessoas que alguma forma ou outra deixaram sua marca para sempre na história de Campinas.

Procurei publicar este material neste 10 de dezembro; pois verão que a foto maravilhosa da restauração da Igreja do Carmo, foi sacada exatamente neste dia porém em 1937. O mais interessante de tudo é que um dos Tossini tinha a “mania” de registrar nas fotos as datas e locais de construção e assim possibilitou termos estes dados, hoje publicados.

Veja nas fotos e nos textos abaixo; o quão esta família que homenageio aqui tem a dizer.

As palavras abaixo descritas aqui são da Sra. acima citada:
Meu bisavô Francesco Tossini, veio da Itália em 1895 para trabalhar como pedreiro nas obras que os italianos começavam a realizar aqui em Campinas.

Meu avô e seus irmãos, nasceram em Campinas e muito ajudaram na construção desta nossa querida Campinas, que não troco por nenhuma outra. Todos estão enterrados no Cemitério da Saudade de Campinas.

Na foto abaixo, tirada em 1925 próximo à PUCC central, era a casa do Dr. Mariano Montevante; estão todos os filhos meu bisavô Francesco Tossini (na janela de chapéu), o rapaz pequeno sentado bem na berada da parede, o irmão do meu avô Dante Tossini, no pilar enconstado de camisa branca meu avô Antonio Tossini e ao seu lado seu irmão Adolfo Tossini, do outro lado apoiado no pilar seu irmão João Tossini.

Eles restauraram a igreja do Carmo em 1937, as torres e os desenhos de cimento que contornam a igreja, feitos à mão pelos irmãos Tossini. Foto de 10 de dezembro de 1937.

Abaixo meu avô Antonio e seu irmão João no coreto do Bosque dos Jequitibás em 1921.

Aqui meu avô João e seu irmão Adolfo, na avenida Francisco Glicério em 1932.


Meu avô Antonio Tossini, trabalhou na Construtora Ercole Bonetti, fazia os desenhos das obras, sem ter estudado, e construiu como pedreiro encarregado o Colegio Coração de Jesus, na José Paulino, a Casa do Pão de Santo Antonio, também na José Paulino, a casa do Dr. Toffoli, na José de Alencar, onde hoje funciona a Associação dos Funcionários Publicos, e no Hospital Cândido Ferreira, seu irmão Dante trabalhou nas obras da construção do Senai em 1942. Meu bisavô Francesco ajudou nas obras da Casa de Saúde Campinas, e construiu com seus filhos a ponte da linha Férrea da cidade de Vera Cruz. Muito orgulho para nós da família.
Abaixo foto de obra em 1924 casa na rua Marechal Deodoro.



Foto abaixo tirada em 18 de agosto de 1929 do Colégio Coração de Jesus, na rua José Paulino. A obra começou em 06 de março de 1929. Minha mãe nasceu em 16 de março de 1929) tenho estes dados pois meu avô escrevia nas fotos.
Irmão de meu avô, Dante, trabalhou nas obras da construção do SENAI em 1942; foto abaixo.

Na construção da ponte da linha Férrea da cidade de Vera Cruz (Construtora Antonio Cezar).


Foto abaixo, tirada dia 20 de agosto de 1922; dois meses depois de terminado o prédio. Antonio Tossini, meu avô, era o pedreiro encarregado da Construtora Ercole Bonetti. A obra fica na rua Barão de Jaguara com rua Conceição e pode ser vista até hoje.

Meu avô tirou em junho de 1938, era uma casa em construção na Dr. Quirino, 1258 também da Construtora Ercole Bonetti.

Carteira de trabalho do irmão (Dante) do meu avô.


8 de dezembro de 2010

Ontem e Hoje: Praça Antônio Pompeo e Praça Bento Quirino

Acima foto de 1921 e abaixo neste dezembro de 2010. Precisa comentar algo sobre a diferença de ambas as fotos!?!?




7 de dezembro de 2010

Ontem e Hoje: Av. Da Saudade

Acima quando da colocação dos trilhos do bonde e abaixo, neste dezembro de 2010, já sem os trilhos (que desapareceram em 1968).




6 de dezembro de 2010

Ontem e Hoje: Av. Francisco Glicério com Rua General Osório

Acima, início da década de 1950, pode-se ver a Igreja do Rosário e abaixo, neste dezembro de 2010, não mais.

5 de dezembro de 2010

Curiosidades: Dica ao Leitor(a)


Curiosidades: Inauguração Cine São José

A reportagem abaixo de 6 de dezembro de 1958 anunciava com grande pompa a inauguração do Cine São José em 05 de dezembro. E assim nesta data, exatos 52 anos; relembro assim esta casa de espetáculo que já não existe mais.






Acima a foto do local já nos seus estertores de vivência e abaixo neste 05 de dezembro de 2010; num domingo ensolarado.