6 de março de 2011

Curiosidades: Lauro Franco - Morte Carnavalesco num. 1 em 1897 por Pelágio A. Lôbo (1949)

Neste período de carnaval nada melhor que lembrar fatos carnavalescos do passado; como o que se segue abaixo.

Aqui narra-se um pequeno trecho da vida de Lauro Franco, o carnavalesco número de Campinas em 1897. Morto em 02 de março de 1897 ao cair do carro alegórico onde estava.

Interessante história contada pelo jornalista Pelágio Álvares Lôbo, publicada em 1949. Curta!!!!



Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 2-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 3-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 4-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 5-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 6-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 7-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 8-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 9-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 10-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 11-13


Lauro Franco - Morte Carnavalesco 1897 - Pelagio A Lobo 1949 - 12-13 - foto

Acima o jornalista e abaixo sua biografia.

5 de março de 2011

História Agradece: 05 de Março - Guerra Mundial de 1945 - Tomada de Castelnuovo

Neste 05 de março faço uma homenagem à todos os que participaram, principalmente os campineiros listados ao final, da batalha de Castelnuovo e outras em solo europeu.

A Batalha de Castelnuovo foi travada ao final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército alemão, que tentavam conter o seu avanço no Norte da Itália.

Tal como fora planejado pela 3ª Seção, o ataque contra Castelnuovo, aldeia na comuna de Vergato, devia ser desenvolvido sob a forma de um cerco. O cerco começou de manhã cedo (dia 5 de março), antes que os estadunidenses dessem o sinal para o início do ataque.

O lº Batalhão do 11º Regimento de Infantaria, comandado por Manoel Rodrigues de Carvalho Lisboa, conquistou o controle de Precaria, ao Sul de Castelnuovo, enquanto o 2º Batalhão do mesmo Regimento, comandado por Orlando Ramagem, num movimento que lhe custou 22 baixas, alcançou o terreno a Sudeste de Castelnuovo.

Com o sinal dos estadunidenses, dado ao meio-dia, o 1º e 2º Batalhões do 6º RI, comandados por João Carlos Gross e Henrique Cordeiro Oeste, iniciaram sua primeira missão, que era a de dominar as eficientes posições de fogo dos alemães em Soprassano, ao Sudoeste de Castelnuovo. Ao redor de Precaria, o 1º Batalhão do 11º RI cobriu o flanco do 6º RI e, ao mesmo tempo, apoiou o principal ataque imediato a Castelnuovo, executado do leste, pelos homens de Ramagem.

Campos minados e pesado fogo inimigo retardaram o progresso do batalhão de Ramagem. Crittenberger (General Willis D. Crittenberger, Comandante Aliado do Teatro de Operações do Mediterrâneo), chegando a Riola, às 5 da tarde, queixou-se da demora pelos brasileiros e telefonou ao comandante do 6º RI, coronel Nelson de Mello, para enfatizar a tomada de Castelnuovo antes de cair a noite. O coronel então ordenou que o batalhão do major Gross continuasse rumo a Castelnuovo, sem esperar a tomada de Soprassano. Às 6 da tarde, com ajuda considerável da artilharia, Castelnuovo caia em poder da FEB. Ao mesmo tempo, o batalhão de Cordeiro, a Oeste, conquistava o controle de Soprassano.

A relativa facilidade desses êxitos do 6º RI foi devida, em parte, à ação do 11º RI no sul e no leste. Foram aprisionados 98 alemães. Das quase 70 baixas brasileiras, cerca de metade foi sofrida pelo 2º Batalhão do 11º RI (o de Ramagem), que enfrentou dificuldades a leste, no início do dia.

Crittenberger, tal como já havia feito por ocasião da vitória brasileira em Monte Castelo, enviou uma mensagem de congratulações a Mascarenhas, dessa vez mencionando também o valioso trabalho de Zenóbio na proteção do flanco esquerdo da Divisão da Montanha.

Mascarenhas elogiou o trabalho de muitos, inclusive dos grupos de Artilharia de José de Souza Carvalho, Waldemar Levi Cardoso e Hugo Panasco Alvim, e os engenheiros do Cel. José Machado Lopes. O comandante da Divisão Brasileira declarou que a tomada de Castelnuovo foi notável pela precisão do planejamento e fidelidade da execução.

Através da apresentação deste belo editado pela Associação dos Expedicionários de Campinas; o qual recomendo o acesso ao endereço eletrônico a seguir: http://aexpcamp.vilabol.uol.com.br/


FEB1


FEB2


FEBX2+


FEB3


FEB4


FEB5


FEB6


FEB7


FEB8


FEB9


FEB10


FEBX3+

Faço questão de listar todos os campineiros que participaram da II Guerra Mundial. Fato interessante aqui, é que o primeiro nome da lista (Acrísio Arrivabene) foi conhecido de minha família.

Feb001


Feb002


Feb003


Feb004


Feb005


Feb006


Feb007


Feb008

4 de março de 2011

Memória Fotográfica: Radial Leste (Penido Burnier) em 1974

Dois momentos da Radial Leste (Penido Burnier) tudo em 1974. Na foto abaixo vê-se o extinto Supermercados Eldorado.

2 de março de 2011

Curiosidades: Os Meus 50 Anos de Campinas por Antônio Machado Sant’Anna

Vasculhando meus alfarrábios encontrei este delicioso artigo de um jornalista nascido no município de Ribeirão Preto e que militou muitos anos na imprensa campineira; onde teve uma coluna. O artigo cita passagens dos 50 anos "vividos" em Campinas.



Antonio Machado SantAnna - Meus 50 Anos de Campinas - 2-6


Antonio Machado SantAnna - Meus 50 Anos de Campinas - 3-6


Antonio Machado SantAnna - Meus 50 Anos de Campinas - 4-6


Antonio Machado SantAnna - Meus 50 Anos de Campinas - 5-6


Antonio Machado SantAnna - Meus 50 Anos de Campinas - 6-6


Antonio Machado SantAnna - foto


Antônio Machado Sant’Anna nasceu no distrito de Bonfim Paulista, no município de Ribeirão Preto, SP, em 09 de agosto de 1905. Filho de Lindoro Vicente de Sant’Anna e Maria da Glória Machado.

Estudou na Escola Municipal de Bonfim Paulista entre 1912 e 1913. Em Ribeirão Preto estudou no 2o. Grupo Escolar (atual Fabio Barreto), entre 1914 e 1915. Ingressou no Ginásio do Estado em 1917, em seguida cursou 2 anos a faculdade de Direito da Associação de Ensino, até 1935.

Trabalhou no escritório da Cia. Antarctica Paulista e na Cia. Paulista de Força e Luz. Em 1925 começou a trabalhar no Jornal Diário da Manhã e em 1930 foi diretor da sucursal do Jornal Diário de São Paulo.

Entre 1961 e 1964 foi Diretor do Departamento de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. Foi editor da Revista de Ribeirão Preto e em 1940 adquiriu o Jornal A Tarde, do qual foi diretor até 1955.

Foi um dos proprietários do Jornal Diário da Manhã de 1955 a 1968, quando se aposentou. Foi vereador de 1948 a 1951 e de 1952 a 1955.

Também foi presidente do Centro de Imprensa de Ribeirão Preto, fundador e diretor do Aeroclube (por ser apaixonado por aviação), Rotary Clube, Clube dos Antônios, membro da Academia Ribeirão-pretana de Letras, presidente de honra da Associação Paulista de Municípios, conselheiro e membro da diretoria da Associação Paulista de Imprensa e diretor do Departamento de Viagens ao Exterior, programação Oficial.

Efeméride: 02 de Marco - Telefônica e Falecimento de Lauro Franco

Interessantes eventos.

Telefônica preocupada em identificar as chamadas feitas; isto em 1884.

Já que estamos no período pré-carnaval abaixo informação de 1897 onde um "carnavalesco" da época (Lauro Franco) morreu ao cair de carro alegórico.


Mar 02 -

1 de março de 2011

Efeméride: 1 de Março - Jornal A Mocidade número 1

Em 1 de março de 1952 a Prefeitura Municipal de Campinas, através da Diretoria de Ensino e Difusão Cultural publicava os dados abaixo.