20 de novembro de 2008

Personagem: Benedito Lopes ou Benedicto Lopes

Neste 20 de novembro, "Dia da Consciência Negra", nada melhor para lembrar de uma personagem mestiça ou mulata esquecida pelos campineiros.

Uma de suas biografias que pode ser lida na Internet: "Nascido em Campinas, São Paulo. De origens humilde, ele começou a trabalhar como mecânico, em Campinas. Corredor de carro fez dele famoso no Brasil. Ele foi chamado de "Campineiro Voador" (The Flying Campineiro) na Europa, por causa de sua velocidade. Ele morou para o Rio de Janeiro, onde ele era proprietário de uma oficina badalada na época. Sua carreira, no entanto, foi prejudicada pela má sorte e problemas de saúde. Ele morreu pobre, doente e esquecido em Campinas."


De maneira cruel, este Ford V-8 Special construído e sendo dirigido pelo corredor brasileiro e mecânico Benedicto Lopes liderou a corrida por várias voltas, mas teve que abandonar a corrida faltando quatro voltas para o final, devido a um acidente provocado por um outro carro. Na década de 1930.

Acima, em 1937, correndo em Estoril, Portugal e abaixo em frente a tribunal presidencial, sendo recebido pelo chefe de governo.

Abaixo matéria publicada no jornal Correio Popular, do sempre competente Rogério Verzignasse.

18 de novembro de 2008

Personagem: ABAL - 27 anos

A ABAL (Associação Brasileira Carlos Gomes de Artistas Líricos ) completa neste 18 de novembro; 27 anos dos “Encontros Musicais da ABAL”.

Assim faço uma homenagem ao seu fundador e atual presidente.



ALCIDES LADISLAU ACOSTA

Nasceu em Ponta Porã, MS, e reside desde 1963 em Campinas. Fundador e atual presidente da Associação Brasileira Carlos Gomes de Artistas Líricos (ABAL- Campinas), é tenor, formado nas escolas dos Professores Tiana Amarante, Neyde Thomas, Rio Novello, Suzel Cabral e Gledys Pierri. Graduou-se em Canto pelo Conservatório Musical Dr. Gomes Cardim, de Campinas, em 1975. Em Jundiaí, participou de 1972 a 1975 de concertos organizados pela Sociedade Pio X e seu Coral, regido pelo Maestro Mario Comandulli.

Integrou o elenco das óperas "La Traviata" (Verdi), "Lucia di Lammermoor" (Donizetti), "A Noite do Castelo" e oratório "Colombo", (Carlos Gomes), sob regência dos maestros Mario Comandulli, Diogo Pacheco, Armando Belardi, Benito Juarez e Franco Mannino.

Apresentou-se no Bob Carr Auditorium, em Orlando, Florida, EUA, na comemoração dos 500 anos da América, em 1992, em "Colombo", de Carlos Gomes. Participou das Vesperais Líricas, do Municipal de S. Paulo, em momentos da "A Noite do Castelo", de Carlos Gomes.

Atualmente, integra a Camerata Eduardo Gomes e, entre 2002 a 2008, atuou em centenas de casamentos em Campinas e outros municípios.

Recebeu a Medalha Carlos Gomes em 1993, pela Câmara Municipal de Campinas.



Informação recebida de José Eduardo Gagliardi Florence Teixeira (Diretor de Marketing da ABAL).

Personagem: Azaria Dias de Mello

Em 18 de novembro de 1912; sepultava-se o maestro Azaria Dias de Mello, grande incentivador da arte musical em Campinas onde lecionou, fundou e dirigiu bandas e orquestras. Competetíssimo e modesto, desprendido dos bens materiais, faleceu paupérrimo.
Presto assim minha homenagem ao personagem da história campineira.

Sua lápide tumular.



Seu túmulo no Cemitério da Saudade.

17 de novembro de 2008

História Agradece: Hotel Términus

Resgatando matérias de minha hemeroteca; segue abaixo publicações de 2000, 2001 e finalmente de 25 de setembro de 2008 informando do tombamento do prédio do antigo Hotel Términus. Publicações estas; do jornal Correio Popular e da sempre competente jornalista, Maria Teresa Costa.







16 de novembro de 2008

Personagem: João Falchi Trinca

Faço uma justíssima homenagem ao maior bibliófilo que se tem notícia, até os dias atuais, sobre a história de Campinas. Basta ler a sua biografia para comprovar isto.

Parte do material aqui publicado foi emitido no Boletim do Centro de Memória UNICAMP de jan/jun 1989.

Na foto abaixo vem acompanhada do seguinte texto:
"Se há algumas pessoas que viabilizaram o que é hoje o Centro de Memória UNICAMP, entre elas cabe um destaque especial ao campineiro João Falchi Trinca, que encontrou uma maneira exemplar de amar e identificar-se com a sua cidade. Com carinho, conhecimento e critério; documentos e obras de interesse para a história de Campinas, resgatou-lhe a memória e soube dar-lhe um destino capaz de colocar hoje esse inestimável acervo a serviço de legiões de estudiosos."




Faleceu em 10 de maio de 1995 e com justica é nome de rua em Campinas.

Abaixo seu túmulo no Cemitério da Saudade.

História Agradece: Fazenda Taquaral

As matérias foram destaques no jornal Diário do Povo; a primeira em 22 de junho de 1991.

A segunda, abaixo, publicada em 25 de junho de 1991.

História Agradece: Correspondência de Francisco Glicério

Foi notícia no Boletim do Centro de Memória UNICAMP na edição de jul/dez 1989.



Momento quanto os bisneto de Francisco Glicéiro, Srs. Clóvis Glicério de Freitas e Luis Glicério de Freitas, entregam o lote de cartas originais.

Personagem: Casa Smanio - Luis Smanio - Zanzur Smanio

Matéria do jornal Correio Popular de 03 de agosto de 2003, do jornalista Rogério Verzignasse.

Luis Smanio o fundador da famosa casa comercial é nome de rua no bairro Jardim Chapadão.



História Agradece: Câmara Municipal

Matéria publicada em 18 de janeiro de 2004, no jornal Correio Popular e matéria do grande jornalista Rogério Verzignasse.





Sobre o engenheiro posso confirmar o dito aqui; pois este senhor é um dos grandes estudiosos da história campineira. Sempre auxiliando com este mantenedor fornecedor material histórico e dando orientação junto a artigos publicados. Posso dizer: engenheiro Wagner Paulo dos Santos, a história de Campinas tem muito a agradecer sua contribuição para a preservação da memória da cidade.

Curiosidades: Os "milagreiros" do Cemitério da Saudade

Em 23 de novembro de 2003, o jornal Correio Popular através do jornalista Rogério Verzignasse publica a reportagem abaixo.

Clique sobre a imagem para ver com detalhes.

15 de novembro de 2008

Memória Escrita: 15 de Novembro em Campinas

Nesta data em que comemoramos a proclamação da república brasileira, nada mais oportuno (e seguindo a proposta deste espaço na Internet); publico aqui uma matéria do grande memorialista do passado, Leopoldo Amaral, extraído de seu livro Campinas - Recordações, publicado em 1927. O artigo foi escrito em 1915.

Interessante ler o material, principalmente pelo fato deste estar tão próximo do fato ocorrido em 1889. Boa leitura e lembre-se clique sobre a imagem para poder ler com mais detalhes.






Na página abaixo; fiz uma composição com a assinatura do memorialista retirada de outro livro.