Preservação da memória histórica de Campinas, SP, Brasil; pela catalogação ordenada de sua História, fotos, documentos antigos e de tudo aquilo que possa ajudar na preservação desta. Espaço aberto à todos que têm interesse no assunto e está em constante atualização. Aberto à receber material via internet ou por correio para aumentar minha biblioteca, hemeroteca e fototeca sobre o assunto. (jmfantinatti@hotmail.com)
Por saber, que se tem muitos espectadores que gostam da seção; isto por estar sempre recebendo emails elogiando e pedindo mais. Segue aqui mais dados para a memória fotográfica.
Interessante memória fotográfica e ângulo diferente de uma foto de 1910 (sacada do livro de Geraldo Sesso - Retratos da Velha Campinas) mostrando parte do antigo Colyseu Taurino e depois Cine Colyseu.
Na foto abaixo, de 1936, pode-se ver (entre as palmeiras imperiais) a silhueta diferente do mesmo edifício.
Pode-se ver o mesmo assunto em outras matérias já publicadas neste blog. Para vê-las; basta acessar os endereços abaixo:
Bob Nelson nasceu em Campinas, em 12 de outubro de 1918 e faleceu neste 28 de agosto de 2009 próximo passado.
Filho do espanhol José Perez, ferroviário da Mogiana, e Florismina (dona da pensão, Hotel Dalva, na av. Andrade de Neves). Fez o grupo escolar no anexo da Escola Normal e se formou contador na Escola de Comércio São Luiz. Antes de ser “crooner” do Julinho e solista do conjunto “Cacique”, na Rádio Educadora, trabalhou na Mogiana, foi contador do Frigorífico Armour, vendedor das meias ‘Etehel’ e caixeiro-viajante.
O primeiro caubói-cantor brasileiro era campineiro. Caubói com calça rancheira, revólver na cinta e chapéu. E chamava-se Nelson Roberto Perez. É claro!! Por imitar os “cowboys americanos”; teve que trocar de nome e aí virou Bob Nelson.
Quando Carmen Miranda se apresentou em Campinas em 1939, ele e Paulinho Nogueira tocaram para ela. Tentou a vida na capital paulista, em 1940, com a ajuda da irmã, Dalva, participando de programas de calouros.Por esta época, inspirado nos filmes de Gene Autry, passou a se caracterizar como "tirolês-caubói" e a cantar à maneira das montanhas do Tirol, ou seja “Tiro lei-í-te...”.
Fez dupla com Libertad Lamarque e Gregório Barrios, acompanhado por Luiz Gonzaga (em início de carreira).
Em 1943, na vóz de Bob Nelson, “Oh Suzana”, versão do sucesso de Stephen Foster, vendeu mais de 300 mil cópias. Ganhando um prêmio na Rádio Cultura de São Paulo por versão da mesma música.
De 1946 a 1971, participou por volta de dez filmes, entre eles “Este Mundo é Um Pandeiro”” (1946), “Segura essa Mulher” (1946) e “É Com Este Que Eu Vou”. Cantou também para o general texano Douglas McArtrhur (que participou da rendição do Japão, na Segunda Guerra). Aposentou na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, em 1976.
No auge da carreira, quando já fazia a mistura do caipira com o country, Bob Nelson chegou a compor músicas para Luiz Gonzaga.
Serviu de inspiração para Erasmo Carlos, que era seu grande fã, para a música "A Lenda de Bob Nelson.
Apareceu pela última vez na TV no ano passado, em homenagem que lhe prestou outro grande fã: Jô Soares.
Em recente entrevista, Bob Nelson afirmou que a primeira coisa que comprou com o dinheiro que ganhou cantando foi um maço de cigarros.
O músico continuou a fazer shows até chegar aos 90 anos. Em entrevista recente, ele disse que "não conseguiria parar até morrer.".
Bob Nelson casou com Antonietta Leal Perez, em 1950, e tiveram dois filhos, Nelson Roberto e Eduardo José, e dois netos, Luciana Antonela e Victor Eduardo.
Bob Nelson, morreu sexta-feira, aos 90 anos, vítima de câncer e complicações pulmonares; tendo ao fim uma parada cardíaca. Bob Nelson foi sepultado no sábado (28/08/2009), pela manhã, no cemitério São João Batista, em Botafogo, Rio de Janeiro.
Abaixo algumas filmagens onde aparece o homenageado.
Interessante cartão postal de 14 de dezembro de 1904; como aponta no mesmo. O arvoredo, ao lado direito do espectador, pertence ao Largo do Rosário e era assim que o mesmo se apresentava na passagem dos séculos de 1800 para 1900.
Grandes personalidades campineiras estiveram presentes ao evento.
Abaixo Arita Damasceno Pettená e Regina Marcia Moura Tavares.
Abaixo Maria Conceição Arruda Toledo.
Acima Alduíno Zini, marcando presença.
Na foto acima, da esquerda para a direita do espectador: Rubem Costa, Lauro Péricles Gonçalves, Duílio Battistoni Filho e João Plutarco Rodrigues Lima.
Conforme consulta ao Arquivo Histórico do Museu Imperial, em Petrópolis-RJ, obteve a confirmação de que Sua Majestade Imperial, Dom Pedro II, realmente visitou o "Culto à Ciência", incluindo o dia específico. Dia 25 se completa 134 anos de magnífica visita. O museu informou de que não há registro fotográfico dessa visita.
A informação me foi passada pelo professor de História, desde 1984, do E. E. Culto à Ciência, José Carlos Rocha Vieira Júnior. Ao qual, a história de Campinas agradece a lembrança.
O diário completo da visita à Campinas, pode ser visto em:
Veja abaixo parte de um mapa onde aponta a quantidade de kilômetros das estradas, incluindo a companhia em questão. O mapa é de 1900.
No mapa abaixo; você poderá ver o trecho que ligava Campinas ao Bairro Funil (depois cidade de Cosmópolis). Clique sobre o mapa para ver com mais detalhes.
Aqueles que tiveram esforços para que isto acontecesse; podem ser visto aqui no blog mesmo; veja em:
Tal pesquisa do grande amante e historiador campineiro, José de Castro Mendes, não pode ficar perdida no tempo e assim publico dados de sua pesquisa. Procuro manter a memória deste senhor.
Neste 18 de agosto na Câmara Municipal de Campinas houve a entrega da Medalha de Mérito Fotográfico Hércules Florence.
Medalha em memória de Arnaldo Machado Florence recebido por sua filha Teresa Cristina Florence (acima). Grande batalhador em ver o nome de Hércules Florence reconhecido pela invenção da fotografia. Na foto aparece também o grande coloborador deste blog, José Eduardo Gagliardi Florence Teixeira (outro incentivador em manter viva a memória de Hércules Florence).
A preocupação em resgatar e preservar nossas raízes históricas levou à criação deste dia; uma homenagem à todos os bens criados pelo homem e pela natureza.
Em 1936, o então Ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema, preocupado com a preservação do patrimônio cultural brasileiro, pediu a Mário de Andrade que elaborasse um anteprojeto de Lei para a salvaguarda desses bens, e confiou a Rodrigo Mello Franco de Andrade a tarefa de implantação do Serviço do Patrimônio.
Posteriormente, em 30 de novembro de 1937, foi promulgado o Decreto-Lei nº 25, que organizou a "proteção do patrimônio histórico e artístico nacional".
Nesta data comemora-se o Dia Nacional do Patrimônio Histórico na mesma data em que nasceu Rodrigo Mello Franco de Andrade (Nascimento em Belo Horizonte-MG, 1898 e falecimento no Rio de Janeiro-RJ, 1969).
Durante as comemorações pelo centenário de seu nascimento, em 1998, o 17 de agosto foi instituído como o “Dia Nacional do Patrimônio Histórico”.
Advogado, jornalista e escritor, formou-se em direito pela Universidade do Rio de Janeiro. Redator-chefe (1924) e diretor (1926) da Revista do Brasil. Chefe de gabinete de Francisco Campos, ministro da Educação e Saúde Pública, foi o principal responsável pela indicação de Lúcio Costa para a direção da Escola Nacional de Belas Artes em dezembro de 1930.
Por meio da Lei nº 378, de 1937, o governo Getúlio Vargas criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), acesse http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do, onde o historiador trabalhou.
Chefiou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN, atual IPHAN), desde a fundação do órgão até 1968.
"A educação popular é o meio mais eficaz de assegurar a defesa do patrimônio histórico e artístico nacional" - Rodrigo Mello Franco de Andrade
Descendo para o nível estadual temos que:
Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), veja em:
Foi um modismo rápido que existiu em Campinas. O blog está aqui para registrar o fato e deixar na memória daqueles que não viram e para aqueles que viram; fazer recordar o fato.
O local fica junto à Igreja do Rosário no Jardim Chapadão.
Acima o local em 1973 e abaixo hoje (2009) o mesmo local.