Em 24 de dezembro de 1986; um curto-circuito no início da madrugada provoca um incêndio de grandes proporções, que destrói completamente o hipermercado Eldorado, na Avenida Senador Saraiva, no Centro de Campinas. Matando dois funcionários de uma emissora de televisão de Campinas.
Preservação da memória histórica de Campinas, SP, Brasil; pela catalogação ordenada de sua História, fotos, documentos antigos e de tudo aquilo que possa ajudar na preservação desta. Espaço aberto à todos que têm interesse no assunto e está em constante atualização. Aberto à receber material via internet ou por correio para aumentar minha biblioteca, hemeroteca e fototeca sobre o assunto. (jmfantinatti@hotmail.com)
31 de outubro de 2007
30 de outubro de 2007
29 de outubro de 2007
Personagem: Lélio Coluccini, o Escultor
Se você andar por Campinas; com certeza irá se defrontar com alguma escultura deste escultor. Neste espaço de Internet você encontrará muitos trabalhos deste personagem; que deixou sua marca nesta cidade.
Nasceu em três de dezembro de 1910, na região da Toscana, na Itália.
Veio para o Brasil quando tinha dois anos de idade. A princípio, a família de artesãos do mármore se estabeleceu na cidade de São Paulo, mas logo mudaram-se para Campinas onde fundaram a Marmoraria Irmãos Coluccini.Aos sete anos, Lélio já gostava de brincar de fazer esculturas e aos nove realizou sua primeira escultura em argila: uma cabeça de Cristo.Voltou para a Itália, em 1924, para aprimorar seus estudos em Artes Plásticas.
Retornou ao Brasil em 1931 e montou um ateliê na sede da Marmoraria Irmãos Coluccini. Logo depois, já com três significantes trabalhos, realizou uma mostra na Casa Genoud, em Campinas.Mudou-se para São Paulo, em 1937, e casou-se com Luísa Ippoliti, mãe de sua filha Maria Helena. Dez anos depois, já separado, retornou a Campinas.
Em 1954, casou-se com Conceição Freire com quem teve o filho Alfredo Lélio.
Seção:
Personagem
28 de outubro de 2007
Monumento: Centenário da Santa Casa de Misericórdia
Marco de granito picotado cor cinza, representado por uma chama em bronze, obra executada pelo escultor Lélio Coluccini. Situa-se nos jardins da Santa Casa de Misericórdia e foi inaugurado em 15 de Agosto de 1971.
Seção:
Monumento
27 de outubro de 2007
Curiosidades: Hotel Pinheiro - O fim
Matéria publicada no jornal Correio Popular em 28 de setembro de 1982.
Clique sobre a imagem para ler com mais detalhes.
Seção:
Curiosidades
26 de outubro de 2007
Curiosidades: Praça 9 de Julho - Chafariz Preservado
Um belo exemplo de preservação do patrimônio histórico.
A 15 de julho de 2002 fez-se a inauguração da recuperação da Praça 9 de Julho e chafariz centenário em frente à Estação Cultura, numa parceria Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC). A Praça 9 de Julho fica localizada entre as ruas Saldanha Marinho e Ferreira Penteado.
Rememorando; Campinas passava por um momento difícil de sua história: a epidemia de febre amarela. Neste contexto, o Chafariz da Praça 9 de Julho foi muito bem recebido pela população, que estava ansiosa por ações contra a doença.
O Chafariz foi construído em 1889, durante a primeira epidemia de febre amarela em Campinas. O objetivo era proporcionar um abastecimento de água confiável para a população campineira. Na época, imaginava-se que a doença era transmitida pela água.
A Companhia Paulista de Estradas de Ferro trazia, por meio de vagões-tanque, a água de uma fonte situada entre a estação da Rocinha e Vinhedo. A água era colocada em um reservatório, para depois ser levada para o abastecimento do chafariz.
Os chafarizes, nascentes e bicas marcaram a vida urbana da cidade de Campinas entre o fim do século XIX até a primeira metade do século XX. A Praça 9 de Julho foi construída em 1892, quando levava o nome de 23 de novembro – data da posse do segundo presidente da República, Floriano Peixoto. Em homenagem à Revolução Constitucionalista de 1932, a praça mudou o nome para Nove de Julho.
A foto abaixo é da década de 1940.
Seção:
Curiosidades
25 de outubro de 2007
24 de outubro de 2007
Curiosidades: Casa da av. Andradre Neves, 707
Belo exemplo, se bem que parcial, de preservação do patrimônio histórico.
Seção:
Curiosidades
23 de outubro de 2007
Monumento: Moisés Lucarelli
Herma em bronze sobre um pedestal de granito picotado cor rosa, executado pelo escultor Lélio Coluccini. Situa-se no interior do Estádio Moisés Lucarelli, sede da Associação Atlética Ponte Preta e foi inaugurado no dia 11 de Agosto de 1960.
Seção:
Monumento
22 de outubro de 2007
21 de outubro de 2007
20 de outubro de 2007
Monumento: Orosimbo Maia
Herma em bronze sobre um pedestal de granito picotado cor rosa, executado pelo escultor Lélio Coluccini. Situa-se na confluência da Avenida Orosimbo Maia com a rua Delfino Cintra e foi inaugurado em 1950.
Seção:
Monumento
19 de outubro de 2007
Monumento: à Irineu Checchia - Mário Gatti - Clemente De Toffoli
Pedestal em forma triangular de granito picotado branco e preto, encimado por uma plataforma circular que faz lembrar o primitivo nome da Instituição e sobre a qual assentam-se as três cabeças em bronze. Obra executada pelo escultor Lélio Coluccini, situa-se no jardim da Casa de Saúde Campinas (antigo Circolo Italiani Uniti). Inaugurou-se em 23 de Janeiro de 1966.
Seção:
Monumento
18 de outubro de 2007
17 de outubro de 2007
Memória Fotográfica: Viaduto Miguel Vicente Cury - sua construção
Em foto de meados da década de 1960, mostra a construção do viaduto. Na segunda foto, ampliada, pode-se ver a construção das pilastras de sustentação.
Seção:
Memória Fotográfica
16 de outubro de 2007
Memória Fotográfica: Vista aérea da região da Estação da Paulista
Foto aérea da década de 1960. Mostra a região da Estação da Paulista, na época, veja que no centro superior da foto já estava em preparação o local para construção do viaduto Miguel Vicente Cury.
Seção:
Memória Fotográfica
15 de outubro de 2007
Memória Fotográfica: Viaduto Miguel Vicente Cury
Vista aérea do viaduto Miguel Vicente Cury na década de 1970.
Seção:
Memória Fotográfica
14 de outubro de 2007
Monumento: Bicentenário da fundação de Campinas
Inaugurado em 1974 com finalidade de comemorar o bicentenário da cidade. Concebido pelo escultor Lélio Coluccini, situa-se no antigo Largo das Andorinhas, inteiramente remodelado para recebê-lo.
O monumento foi criado com base em dois elementos fundamentais: o número dois, alusivo ao Bicentenário da cidade, e o crescimento vertiginoso de Campinas nos últimos anos. Esses elementos explicam a peça básica da obra, executada em concreto aparente, com vinte e oito metros de altura, sete metros de largura e sete metros e meio de comprimento.
Possui em sua parte frontal, saindo da base uma figura em bronze de uma mulher coroada com quatro metros de altura, segurando o "Brasão de Campinas" e com uma área vazada no peito, em forma de coração.
A figura representa a "Princesa do Oeste", que tem o coração aberto a quantos procurarem a cidade e a todos os seus filhos. O pilar básico possui a data da fundação da cidade em bronze na sua base e a data do Bicentenário no alto. "Concebido com muita arte, o monumento, apesar de suas grandes dimensões, possui leveza e finura de estilo, constituindo-se numa das mais belas obras de arte públicas de Campinas"
Seção:
Monumento
13 de outubro de 2007
Monumento: Herma de Anníbal Freitas
Herma (busto) em bronze sobre um pedestal de granito picotado cor rosa, executado pelo escultor Lélio Coluccini. Situa-se na Praça Anníbal Freitas, ao lado do Colégio Culto à Ciência. Inaugurado em 15 de Junho 1960.
Abaixo foto de Anníbal Freitas quando diretor do Colégio Culto à Ciência, foto de 1935.
Seção:
Monumento
12 de outubro de 2007
Descaso com a História: Casa na Vila Manoel Dias
Casa construída em 1908 foi a primeira do conjunto residencial Manoel Dias, na Rua Sales de Oliveira, esquina com a Travessa Manoel Dias, na Vila Industrial.
Um dos símbolos do início da expansão industrial em Campinas, construído em 1908 e o primeiro imóvel do conjunto residencial Manoel Dias, na Vila Industrial, foi demolido ontem pela Defesa Civil. O prédio não recebeu nenhuma obra de restauração nos últimos 20 anos e estava em ruínas, com as paredes sustentadas por pedaços velhos de madeira — mesma situação da maioria das 40 residências remanescentes do conjunto.
A demolição gerou indignação entre parte dos vizinhos e mobilizou, durante quase cinco horas, 40 funcionários de diversos órgãos da Prefeitura.
A demolição gerou indignação entre parte dos vizinhos e mobilizou, durante quase cinco horas, 40 funcionários de diversos órgãos da Prefeitura.
A casa em estilo neoclássico da Vila Industrial pode ser a primeira a ser demolida no conjunto Manoel Dias. foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc) em 1994.
O imóvel que veio abaixo às 10h32, em 07 de dezembro de 2005, estava abandonado pelo dono desde 1995.
Seção:
Descaso com a História
11 de outubro de 2007
9 de outubro de 2007
Monumentos: Monumento às Andorinhas
Representa um grupo de andorinhas em pleno vôo, concebido em bronze sobre uma base de granito picotado cor rosa, executado pelo escultor Lélio Coluccini, terminado em 1957, não tendo havido inauguração oficial. Situava-se antigamente no Largo das Andorinhas, depois no Paço Municipal, foto acima, e hoje encontra-se em frente ao Museu de Arte Contemporânea de Campinas - MACC.
Seção:
Monumento
8 de outubro de 2007
7 de outubro de 2007
6 de outubro de 2007
5 de outubro de 2007
4 de outubro de 2007
3 de outubro de 2007
2 de outubro de 2007
1 de outubro de 2007
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